
Todos têm os seus.
E eu teimo em pisá-los.
E testo-te a paciência com cada palavra, com cada reflexo.
Mas nunca com o intuito de provocar uma guerra. A não ser que te refiras ás guerras de almofadas matinais que prometes tentando impor autoridade.
E sem me aperceber como ou porquê, viro o nosso mundo de pernas para o ar.
E quando me apercebo, preferia não perceber.
Sempre julguei amar-te de mais. Facto. Considero-te forte e segura como aquilo que juntos asseguramos e guardamos carinhosamente "lá". Mas nem sempre o és. E nem sempre confias no nosso projecto a tempo indefinido que se estende para lá de infinito, cruzando cronologias, libertando-se das leis do tempo. EU AMO-TE PORRA.
O que mais me custa, no meio de tudo, é quando deixa-mos que o ridículo atravesse o nosso caminho.
A nossa história é perfeita demais. Se é para ser destruída, que seja à grande, com dramas encadeados e guiões estudados, não por pequenos caprichos que momentaneamente te destroem o sorriso.
E assim, o nosso amor perde o encanto.
E eu choro.
E tu choras.
E eu fico sem ti.
E tu ficas sem mim.
E fica mais do que o que fui. Fica o que sou e o que contigo quero ser. Como sempre ficou.
Seja numa lista de desejos, ou num aquário com dois peixes laranja, nas memórias fotográficas espalhadas pela casa ou nos corações que juntos amaram e o farão sem que a razão assuma imponência.
E quando me apercebo, preferia não perceber.
Sempre julguei amar-te de mais. Facto. Considero-te forte e segura como aquilo que juntos asseguramos e guardamos carinhosamente "lá". Mas nem sempre o és. E nem sempre confias no nosso projecto a tempo indefinido que se estende para lá de infinito, cruzando cronologias, libertando-se das leis do tempo. EU AMO-TE PORRA.
O que mais me custa, no meio de tudo, é quando deixa-mos que o ridículo atravesse o nosso caminho.
A nossa história é perfeita demais. Se é para ser destruída, que seja à grande, com dramas encadeados e guiões estudados, não por pequenos caprichos que momentaneamente te destroem o sorriso.
E assim, o nosso amor perde o encanto.
E eu choro.
E tu choras.
E eu fico sem ti.
E tu ficas sem mim.
E fica mais do que o que fui. Fica o que sou e o que contigo quero ser. Como sempre ficou.
Seja numa lista de desejos, ou num aquário com dois peixes laranja, nas memórias fotográficas espalhadas pela casa ou nos corações que juntos amaram e o farão sem que a razão assuma imponência.
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