Saberás de mim nas horas vagas de um Amor decadentista quando de mim quiseres saber o que por tudo faz sem nada ter de vez caído e afogado no sufoco ardor da saudade que em dor propaga a alma derramada entre linhas e espadas aguçadas apontadas à palavra naufragada que em vida foi vivida e Amada como promiscuía promessa de futuro garantido não cobiçado não sofrido não lutado em pensamentos perdido em vidas chorado em memorias vivido.
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