Vou à janela, a minha mota está lá fora, ontem nevou ...
Descuidado entorno o café por de cima do pouco que tenho.
Reviro o quarto de hotel em fúria ...
É ingrato. A inconsciência bate no fundo.
Entre sorrisos ignorantes de raiva procuro respostas sem saber de todo as questões a colocar...
Apodera-se de mim a duvida.
Deixei tudo o que tinha para trás. Não tinha nada.
Desliguei-me do telefone e não mais voltei para o escritório.
Já não reconheço o barulho da maquina de escrever nem tão pouco vejo o meu nome nas costas do jornal seguido de cronicas desprezadas.
O melhor é parar de viver uma historia que nem sequer é minha.
Deixarei as especulações e fantasias de lado, deixarei de ser detective
Vou voltar ao prefácio.
Deixei uma nota debaixo do candelabro.
Levei os poucos trocos que restavam comigo e montei-me na mota...
Deixarei as especulações e fantasias de lado, deixarei de ser detective
Vou voltar ao prefácio.
Deixei uma nota debaixo do candelabro.
Levei os poucos trocos que restavam comigo e montei-me na mota...
Com pouco espanto reparo num bilhete dentro do capacete.
Impossível não ter reparado antes. Talvez tenha ignorado.
Era o contacto daquela mulher, criança curiosa, que encontrara...
Já sei por onde começar...
Vou reencontrar-me com aquele sorriso...
Poucos são os tostões, mas chegam para o café...
Impossível não ter reparado antes. Talvez tenha ignorado.
Era o contacto daquela mulher, criança curiosa, que encontrara...
Já sei por onde começar...
Vou reencontrar-me com aquele sorriso...
Poucos são os tostões, mas chegam para o café...
Fica a vontade de a encontrar
Sem comentários:
Enviar um comentário