Recebo com pouca ansiedade o frio e o vento, que nenhuma saudade haviam deixado.
Com eles vem a nostalgia que me aquece o pensamento.
Tempos melhores que passaram e caem na memoria, quando entre sorrisos abraçávamos a paixão que juntos havíamos concebido e que com regra e pouca excepção temos deixado para trás.
Com as folhas deste outono, ainda pouco severo, caem também as limitações que nos eram impostas e crescem outros males, que em destino incerto planeado, tencionamos ultrapassar juntos.
O tempo aproximou-nos como em tempos desejámos, os dias passam por nós e agora juntos, grande parte do nosso tempo, tendemos a perder o valor que tanto tempo demorámos a atribuir aquela que nos separava.
A saudade, movia os nossos corações, e o desespero fazia-nos cometer as maiores loucuras de Amor...
Tínhamos uma relação frágil mas intensa, e por isso parecia, ou fazia parecer, do nosso mundo melhor do que a rotina que nos tem devorado.
A saudade, movia os nossos corações, e o desespero fazia-nos cometer as maiores loucuras de Amor...
Tínhamos uma relação frágil mas intensa, e por isso parecia, ou fazia parecer, do nosso mundo melhor do que a rotina que nos tem devorado.
Não morremos. Não deixámos de Amar...
Mas crescemos... O tempo fez-nos criar calos e assumir a vontade da esfera. Fomos obrigados a esfriar os corações para que a distancia e males maiores não o destruíssem.
Tornámos-nos fortes, unidos, cúmplices, e conhecemos-nos melhor do que nunca.
Mas crescemos... O tempo fez-nos criar calos e assumir a vontade da esfera. Fomos obrigados a esfriar os corações para que a distancia e males maiores não o destruíssem.
Tornámos-nos fortes, unidos, cúmplices, e conhecemos-nos melhor do que nunca.
Deixámos de sorrir para ser capazes de chorar juntos.
Agora que imortais, podemos voltar os corações... Podemos reservar tempo para nós e deixar que o frio nos aqueça a alma...
Podemos ser crianças de novo e correr atrás um do outro, pregar partidas e fazer mil cocegas até adormecer-mos abraçados, vencidos pelo cansaço e embrulhados no carinho numa qualquer cama.
Agora que imortais, podemos voltar os corações... Podemos reservar tempo para nós e deixar que o frio nos aqueça a alma...
Podemos ser crianças de novo e correr atrás um do outro, pregar partidas e fazer mil cocegas até adormecer-mos abraçados, vencidos pelo cansaço e embrulhados no carinho numa qualquer cama.
Cresce uma vontade imensa de voltar a sorrir ao abraçar-te...
Comprometo-me a deixar os suspiros para trás, quero apaixonar-me novamente e perder-me contigo nessa quimera de felicidade e Amor, por esses caminhos, num lado qualquer...
Contaremos de novo as estrelas e saberemos rir com palavras e trocadilhos por mais ninguém compreendidos. Faremos do mundo um mundo melhor, sorrindo, e sem ninguém saber voltaremos a viver um segredo só nosso. O Amor, que mais ninguém sabe partilhar.
Aquele que por nós criado e a nós atribuído, concebido como certo e eterno.
Seremos os últimos de pé certamente, mas quero que o sejamos de sorriso no rosto.
Fica o teu Homem e um sorriso no teu coração.
Comprometo-me a deixar os suspiros para trás, quero apaixonar-me novamente e perder-me contigo nessa quimera de felicidade e Amor, por esses caminhos, num lado qualquer...
Contaremos de novo as estrelas e saberemos rir com palavras e trocadilhos por mais ninguém compreendidos. Faremos do mundo um mundo melhor, sorrindo, e sem ninguém saber voltaremos a viver um segredo só nosso. O Amor, que mais ninguém sabe partilhar.
Aquele que por nós criado e a nós atribuído, concebido como certo e eterno.
Seremos os últimos de pé certamente, mas quero que o sejamos de sorriso no rosto.
Fica o teu Homem e um sorriso no teu coração.
Sem comentários:
Enviar um comentário