O dobro do Amor que senti e o dobro das histórias partilhadas depois do dia em que os nossos lábios se cruzaram e as nossas almas se enlaçaram.
Como nunca deixo cair em esquecimento ou desadequado comodismo, paro e penso no tempo que por nós passou sem que por ele déssemos.
Trouxe mudanças das quais tiro arrependimento e preocupação, e das quais guardo algum cuidado.
Ao fim do dobro, o Amor torna-se pesado e as frágeis cordas da monotonia levam-nos a olhar para grandes precipícios do esquecimento que nunca em futuro ponderado fizeram combinação adequada.
Tomo cuidado pelo sonho que és.
Amo-te de verdade para te perder em vida.
Quero preservar o sentimento para lá dos teus desejos e ambições.
Que o tempo passado te relembre da vontade e nos una para sempre naquele que desejado e desenhado em folha branca de papel, por ti caprichado, se tornou o nosso futuro em mãos.
Com Amor.
O Teu.

Concidências não existem. Para sempre nosso. 7. 14. Amo-te!
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